CUIDADO COM A FOME SOCIAL

Texto de Roberta Alves

Existem três tipos de fome: a psicológica (que também chamo de emocional), a biológica (do corpo propriamente dita) e a social, da qual irei tratar neste artigo.

Você já visitou alguém e mesmo sem estar com fome aceitou o que lhe foi servido por educação, para agradar? Já comeu para fazer companhia a alguma pessoa? Por exemplo, a mãe jantou, mas quando o filho chegou tarde da faculdade comeu novamente para acompanhá-lo. Ou você já havia se alimentado e em seguida tocou o telefone: eram seus colegas convidando para sair e, adivinhe, comer.    Você foi e comeu de novo, mesmo sem fome, para sentir-se parte da turma.

A fome social é colocada pela sociedade. Você já reparou que grande parte dos encontros sociais acaba em comida ou geralmente ela está presente? Saímos para ir ao cinema e depois comemos; assistimos a uma peça de teatro e vamos comer; recebemos amigos em casa e antes, durante ou depois tem comida. Vamos à casa de familiares, nos é servido algo para beliscar etc. E a impressão que dá é que se alguém vem à nossa casa ou vamos à dele e não servimos nada ou não aceitamos o que é servido, somos mal educados. Tudo pelo social, não é? Cuidado!!

Que a sociedade incentiva o comer é fato, mas a nossa resposta diante disso é de nossa total responsabilidade. Não importa quanto a parte social nos pressione, o importante é a nossa reação diante do quanto somos pressionados. “Ah, eu comi porque senão iria ficar chato”. Pode parar. Respeite seu corpo e seus objetivos. Se realmente a pessoa tem consideração por você irá compreendê-lo perfeitamente e, mesmo que não o compreenda no começo, seja firme, educado, tranqüilo, mas sabendo exatamente aonde quer chegar com essa postura: emagrecer, respeitando-se e comendo somente nos horários em que a fome biológica estiver presente.

É um exercício que quando praticado, com o passar do tempo torna-se natural tanto para você quanto para as pessoas ao seu redor. Vale a pena.

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Sobre Claudinha Grycak

Brasileira, divorciada, natural de São Paulo, 40 anos. Sou portadora de Alopecia há 21 anos, criei esse blog para aproximar as pessoas que sofrem desse problema. "Aceitação não é comodismo ou fuga, o ato da aceitação equivale a envolver com amor profundo os fatos que não podemos alterar e encará-los como circunstâncias a serem vivenciadas e vencidas para o fortalecimento do nosso ser."
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