COMO ADMINISTRAR OS MOMENTOS DE RAIVA

Raiva é um sentimento de protesto, de insatisfação ou frustração contra alguém, contra alguma coisa ou situação específica. É um sentimento que se exterioriza quando o ego se sente ferido ou ameaçado. Entretanto, sentir raiva, não ajuda a ninguém.  Estudos demonstraram que a raiva pode aumentar a incidência de doenças cardíacas e outros problemas de saúde. A utilização de técnicas comportamentais e mentais poderá ajudá-lo a minimizar a raiva e a ansiedade, reduzindo, por consequência, a incidência de problemas cardíacos crônicos associados a elas.

Dicas para gerenciar a sua raiva

– Siga o caminho inverso: estudos indicam que “extravasar a raiva”, na verdade, aumenta a própria raiva e a tendência à agressão, não ajudando a resolver a situação. Já, do lado oposto a ela, existirá sempre a oportunidade de desenvolver a empatia, ou seja, haverá sempre uma chance de tentar compreender aquele indivíduo que está criando uma determinada situação adversa. Ele pode estar passando por dificuldades que o colocam emocionalmente instável. Nesse momento, ao invés de expandir a sua propensão à briga, procure aplicar paciência, buscando minimizar a questão através do diálogo.

– Descubra o seu padrão de comportamento: procure memorizar registros de todas as emoções que você teve (e por quais razões) ao longo de suas experiências mais recentes. Esta vivência lhe ajudará a identificar um determinado padrão de reação perante a sua raiva. Qual são os motivos, no dia-a-dia, capazes de despertar esse sentimento? Uma vez reconhecido o seu padrão, na hora da chegada da raiva, para combatê-la com eficácia pratique um alongamento ou, quando possível, faça uma sequência de respirações profundas ou de flexões. Isso, no mínimo, removerá as negativas consequências fisiológicas que o sentimento de raiva estará produzindo sobre o seu organismo.

– Adote uma postura inteligente: se você perceber ansiedade constante e momentos repetitivos de raiva, procure uma orientação médica, pois tais sintomas podem estar associados a um transtorno de ansiedade ou de humor.

Fonte: http://www.queroviverbem.com.br

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Sobre Claudinha Grycak

Brasileira, divorciada, natural de São Paulo, 40 anos. Sou portadora de Alopecia há 21 anos, criei esse blog para aproximar as pessoas que sofrem desse problema. "Aceitação não é comodismo ou fuga, o ato da aceitação equivale a envolver com amor profundo os fatos que não podemos alterar e encará-los como circunstâncias a serem vivenciadas e vencidas para o fortalecimento do nosso ser."
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